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at 11:22 a.m. May, 28, 2025
by
marcoszan
Author:
rob4ldo
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Extra na recorrência: Metronidazol gel vaginal 100 mg/g,
um aplicador cheio, via vaginal,
à noite, ao deitar-se, por 10 dias,
seguido de tratamento supressivo
com óvulo de ácido bórico
intravaginal 600 mg por 21 dias e
metronidazol gel vaginal 100 mg/g,
2x/semana, por 4 a 6 meses.
Anotação
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Importante
Não é DST, não tratar parceiro, tratar na gestação, não tratar assintomáticas.
Observação
Efeito antabuse:
Também conhecido como reação disulfiram, ocorre quando uma pessoa consome álcool enquanto está em tratamento com o medicamento disulfiram.
O disulfiram interfere no metabolismo do álcool, levando ao acúmulo de uma substância tóxica chamada acetaldeído. Isso resulta em uma série de sintomas desagradáveis, como náuseas, vômitos, palpitações, rubor facial, sudorese intensa, dor de cabeça e dificuldade respiratória.
Também conhecido como reação disulfiram, ocorre quando uma pessoa consome álcool enquanto está em tratamento com o medicamento disulfiram.
O disulfiram interfere no metabolismo do álcool, levando ao acúmulo de uma substância tóxica chamada acetaldeído. Isso resulta em uma série de sintomas desagradáveis, como náuseas, vômitos, palpitações, rubor facial, sudorese intensa, dor de cabeça e dificuldade respiratória.
Apresentação
Definição:
A Vaginose Bacteriana (VB) é um desequilíbrio da flora vaginal que resulta em sinais e sintomas caracterizados pela diminuição dos lactobacilos e crescimento excessivo de bactérias anaeróbias, como Gardnerella vaginalis, Prevotella sp., Bacteroides sp., Mobiluncus sp., Peptostreptococcus sp., Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum. A causa desse desequilíbrio ainda é desconhecida.
Epidemiologia:
A VB é a desordem mais comum do trato genital inferior em mulheres em idade reprodutiva, afetando aproximadamente 46% delas. É mais frequente em mulheres sexualmente ativas, mas também pode ocorrer em mulheres celibatárias e crianças. Estima-se que a VB seja observada em 15 a 20% das gestantes e em cerca de 30% das mulheres com infertilidade.
Fatores de Risco:
Alguns fatores de risco para VB incluem ter múltiplos ou novos parceiros sexuais, uso de dispositivos intrauterinos (DIU), duchas vaginais, tabagismo e não uso de preservativos. A VB também pode ocorrer em mulheres que nunca tiveram relações sexuais. Embora a atividade sexual seja um fator de risco, a transmissão da VB não é exclusivamente sexual.
A Vaginose Bacteriana (VB) é um desequilíbrio da flora vaginal que resulta em sinais e sintomas caracterizados pela diminuição dos lactobacilos e crescimento excessivo de bactérias anaeróbias, como Gardnerella vaginalis, Prevotella sp., Bacteroides sp., Mobiluncus sp., Peptostreptococcus sp., Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum. A causa desse desequilíbrio ainda é desconhecida.
Epidemiologia:
A VB é a desordem mais comum do trato genital inferior em mulheres em idade reprodutiva, afetando aproximadamente 46% delas. É mais frequente em mulheres sexualmente ativas, mas também pode ocorrer em mulheres celibatárias e crianças. Estima-se que a VB seja observada em 15 a 20% das gestantes e em cerca de 30% das mulheres com infertilidade.
Fatores de Risco:
Alguns fatores de risco para VB incluem ter múltiplos ou novos parceiros sexuais, uso de dispositivos intrauterinos (DIU), duchas vaginais, tabagismo e não uso de preservativos. A VB também pode ocorrer em mulheres que nunca tiveram relações sexuais. Embora a atividade sexual seja um fator de risco, a transmissão da VB não é exclusivamente sexual.
Fisiopatologia
A VB resulta na proliferação de bactérias anaeróbias e na diminuição dos lactobacilos na flora vaginal. Esse desequilíbrio leva à liberação de substâncias inflamatórias pelos patógenos, causando manifestações clínicas e contribuindo para as complicações associadas à VB. Além disso, a VB está associada a um aumento do risco de aquisição de infecções sexualmente transmissíveis, incluindo o HIV.
Clínica
Aproximadamente metade das mulheres com VB são assintomáticas.
Quando sintomáticas, é comum a queixa de odor fétido semelhante a "peixe podre", que se agrava durante a menstruação e o coito. O corrimento vaginal é fluido, branco acinzentado ou amarelado, em pequena quantidade e não aderente. Sintomas inflamatórios, como dispareunia, irritação vulvar e disúria, são menos comuns.
Quando sintomáticas, é comum a queixa de odor fétido semelhante a "peixe podre", que se agrava durante a menstruação e o coito. O corrimento vaginal é fluido, branco acinzentado ou amarelado, em pequena quantidade e não aderente. Sintomas inflamatórios, como dispareunia, irritação vulvar e disúria, são menos comuns.
Diagnóstico
O diagnóstico da VB pode ser realizado com base em critérios clínicos, como os critérios de Amsel, ou pela coloração de Gram. Os critérios de Amsel envolvem a presença de corrimento branco acinzentado, pH vaginal acima de 4,5, teste das aminas positivo (whiff test) e visualização de clue cells (células-guia) no exame microscópico. A coloração de Gram permite a quantificação das bactérias e lactobacilos presentes.
Conduta
O tratamento da VB é indicado para mulheres sintomáticas e para gestantes, especialmente aquelas com risco de complicações. Os medicamentos de primeira escolha são o metronidazol oral ou o metronidazol gel vaginal. Outras opções incluem a clindamicina oral ou vaginal. Em casos de recorrência, podem ser necessários tratamentos prolongados ou regimes alternativos. O tratamento do parceiro não é rotineiramente recomendado.
Galeria


Referência
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