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at 12:54 p.m. Jun, 01, 2024
by
jordanasilva
Author:
lucas.faheina_5f1a4
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Correção da palavra "episódios"
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Importante
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Importante
Importante
Front
Opção no tratamento da Candidíase Vulvovaginal complicada/recorrente:
| Medicamento | {{c1::Fluconazol de 150 mg VO}} |
| Tratamento de indução1 | {{c1::1cp D1, D4 e D7}} |
| Manutenção2 | {{c1::1cp semanal por 6 meses}} |
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1. OU
Itraconazol 100 mg, 2 cp, VO, 2x/dia, por 1 dia OU
Miconazol creme vaginal tópico diário por 10 a 14 dias.
2. OU Miconazol creme vaginal tópico, 2x/semana OU Miconazol óvulo vaginal, 1x/semana, durante 6 meses.
2. OU Miconazol creme vaginal tópico, 2x/semana OU Miconazol óvulo vaginal, 1x/semana, durante 6 meses.
Anotação
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Observação
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Apresentação
Definição:
A Candidíase Vulvovaginal (CVV) é uma infecção da vulva e vagina causada pelo fungo Candida, que ocorre predominantemente pela espécie Candida albicans. Essa infecção é caracterizada por proliferação excessiva de Candida no trato genital feminino, resultando em sintomas incômodos.
Epidemiologia:
A CVV é a segunda causa mais comum de corrimento vaginal, representando cerca de 23% dos casos de vulvovaginites. Estima-se que aproximadamente 75% das mulheres desenvolverão pelo menos um episódio de CVV ao longo da vida, sendo que 5% delas terão episódios recorrentes.
Fatores de risco:
Alguns fatores estão associados ao aumento do risco de desenvolver a CVV, tais como gravidez, obesidade, diabetes mellitus descompensado, uso de corticoides, antibióticos, contraceptivos orais, imunossupressores, alterações na imunidade, higiene inadequada, contato com substâncias alergênicas e/ou irritantes, e infecção pelo HIV.
A Candidíase Vulvovaginal (CVV) é uma infecção da vulva e vagina causada pelo fungo Candida, que ocorre predominantemente pela espécie Candida albicans. Essa infecção é caracterizada por proliferação excessiva de Candida no trato genital feminino, resultando em sintomas incômodos.
Epidemiologia:
A CVV é a segunda causa mais comum de corrimento vaginal, representando cerca de 23% dos casos de vulvovaginites. Estima-se que aproximadamente 75% das mulheres desenvolverão pelo menos um episódio de CVV ao longo da vida, sendo que 5% delas terão episódios recorrentes.
Fatores de risco:
Alguns fatores estão associados ao aumento do risco de desenvolver a CVV, tais como gravidez, obesidade, diabetes mellitus descompensado, uso de corticoides, antibióticos, contraceptivos orais, imunossupressores, alterações na imunidade, higiene inadequada, contato com substâncias alergênicas e/ou irritantes, e infecção pelo HIV.
Fisiopatologia
A Candida albicans é o agente etiológico predominante, responsável por 80 a 92% dos casos de CVV. Outras espécies de Candida, como glabrata, tropicalis, krusei, parapsilosis e Saccharomyces cerevisae, também podem estar envolvidas. A Candida coloniza a região vaginal, proliferando-se em ambiente ácido apesar da presença de lactobacilos. Fatores como gravidez, uso de corticoides, antibióticos, imunossupressores e alterações na resposta imunológica podem predispor ao desenvolvimento da infecção.
Clínica
Os sintomas da CVV podem variar em intensidade e incluem prurido vulvovaginal, queimação, disúria externa, dispareunia, corrimento branco, grumoso e inodoro com aspecto caseoso, hiperemia e edema vulvar, escoriações, fissuras e maceração da vulva. O início dos sintomas é geralmente súbito, podendo piorar antes da menstruação e melhorar durante e após o período menstrual.
Diagnóstico
Na maioria dos casos, o diagnóstico da CVV pode ser feito com base no quadro clínico e exame a fresco. O teste de pH vaginal geralmente apresenta valores abaixo de 4,5, e a microscopia revela a presença de leveduras e/ou hifas dos fungos. O exame microscópico a fresco com hidróxido de potássio a 10% demonstra pseudo-hifas em cerca de 70% dos casos.
Conduta
Existem diversas opções terapêuticas para o tratamento da CVV. Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (Ministério da Saúde), as opções incluem:
O tratamento varia de acordo com a gravidade da infecção e a presença de recorrências. Em casos complicados ou recorrentes, pode ser necessário um tratamento mais prolongado. Durante a gestação, o tratamento deve ser realizado apenas por via vaginal, e o uso oral está contraindicado nesse período. O tratamento dos parceiros sexuais não é necessário, a menos que apresentem sintomas.
O acompanhamento da paciente é importante para avaliar a resolução dos sintomas. Caso persistam ou ocorram recorrências nos dois primeiros meses após o início do tratamento, é recomendado uma reavaliação. Além disso, é essencial considerar interações medicamentosas e manejar adequadamente em situações especiais, como em gestantes, pacientes imunocomprometidos e portadores do HIV.
- Miconazol creme vaginal a 2% por 7 dias;
- Nistatina vaginal 100.000 UI por 14 dias;
- Fluconazol 150 mg dose única por via oral;
- Itraconazol 100 mg 2 vezes ao dia por 1 dia.
O tratamento varia de acordo com a gravidade da infecção e a presença de recorrências. Em casos complicados ou recorrentes, pode ser necessário um tratamento mais prolongado. Durante a gestação, o tratamento deve ser realizado apenas por via vaginal, e o uso oral está contraindicado nesse período. O tratamento dos parceiros sexuais não é necessário, a menos que apresentem sintomas.
O acompanhamento da paciente é importante para avaliar a resolução dos sintomas. Caso persistam ou ocorram recorrências nos dois primeiros meses após o início do tratamento, é recomendado uma reavaliação. Além disso, é essencial considerar interações medicamentosas e manejar adequadamente em situações especiais, como em gestantes, pacientes imunocomprometidos e portadores do HIV.
Galeria


Pseudo-hifas.


Pseudo-hifas.
Referência
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Banca
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